A HISTÓRIA ATÉ AGORA
O mundo está em alerta. Grandes países europeus deixaram a OTAN, enquanto os Estados Unidos e seus aliados lidam com um novo poder político: a Coalizão e seu braço militar, a Pax Armata, uma empresa militar privada com alcance e ambição globais. Qualquer um que desafie a Pax enfrenta soldados altamente treinados e impiedosos buscando fortuna, mesmo que tenham que devastar a terra para consegui-la. Este é o mundo de Battlefield 6…
OFENSIVA DE NEVADA
O combate no Pacífico está longe do fim. Com as forças da OTAN e dos EUA ainda divididas em várias frentes, a Pax Armata lança uma ofensiva ousada em solo estadunidense, avançando rumo ao norte de Nevada em uma tentativa de retomar a iniciativa.
A Pax começa mobilizando tropas pela fronteira sul dos EUA, forçando os militares estadunidenses a desviar recursos e atrasar seu avanço. Enquanto isso, os comboios da Pax avançam para o norte em direção ao seu primeiro alvo: Las Vegas.
Com poucas tropas disponíveis, a OTAN contrata organizações militares privadas, incluindo a Vigil, força de segurança particular de um bilionário da Califórnia, para defender a cidade no combate que ficou conhecido como o Cerco de Las Vegas. Depois de abrir rotas de evacuação para civis, a Vigil e as outras OMPs se concentram em conter os comboios da Pax Armata ao longo da Vegas Strip, sabendo que o plano de invasão é estabelecer uma base de operações avançada na cidade. Sem se prender a tratados ou regras de engajamento, as OMPs não poupam poder de fogo para eliminar os comboios da Pax, deixando um rastro de devastação ao longo da Strip e expondo seus canais de drenagem. Apesar disso, um esquadrão de elite da Pax, a Força-tarefa Gavião, consegue romper as linhas de defesa e segue rumo ao norte em direção ao verdadeiro objetivo do grupo: a Área 51.
A Força-tarefa Gavião atua como a unidade secreta de coleta e aquisições da Pax, especializada em recuperar inteligência valiosa, tecnologias raras e ativos militares. Sob o comando da implacável agente conhecida como Vika, a equipe foca seus esforços nos segredos sob a Área 51, recursos que a Pax acredita que podem mudar os rumos da guerra e garantir vantagem contra as forças dos EUA e da OTAN.
A Pax Armata planejou cada passo. Antes do ataque a Las Vegas, um infiltrado da Pax na Área 51 sobrecarregou um gerador, explodindo uma cratera na base e expondo túneis subterrâneos, laboratórios e infraestrutura.
Com grande parte da defesa evacuada e se reagrupando no deserto vizinho, as forças restantes na Área 51, ao lado dos operadores da Vigil que perseguiram a Pax desde Las Vegas, precisam agir rápido para repelir a invasão e sua equipe de aquisições. Segredos nucleares estão guardados na Área 51 e não podem cair em mãos inimigas.
Enquanto o confronto na Vegas Strip continua, o luxuoso Cassino europeu se torna o ponto central dos combates. Estabelecido como a base de operações das OMPs e fortificado contra a Pax Armata, o resort permanece praticamente intacto. Antes de iniciar a ofensiva, a Pax Armata contrabandeou armas para as áreas de carga do Cassino europeu e quer recuperar esses suprimentos a todo custo para a próxima fase da sua operação.
Contudo, tanto a Pax quanto as forças aliadas da OTAN ganham novos rivais. Com Las Vegas destruída e evacuada, grupos oportunistas veem uma chance de ouro nos cofres desprotegidos e resorts abandonados da cidade. Grupos de elite especializados em assaltos, como os famosos Caçadores de Raposas, junto com mercenários ávidos por dinheiro fácil, entram na disputa para lucrar alto com um verdadeiro Golpe do Cassino por toda a cidade.
O inverno traz uma reviravolta inesperada ao combate. Meteorologistas apontam que o uso de NXC na Califórnia e os incêndios gerados pela substância alteraram o clima regional, fazendo uma frente fria histórica descer sobre Las Vegas. Apenas as tropas mais obstinadas continuam na disputa para garantir território ou expulsar invasores, e esses "Ases Congelados" veem uma oportunidade de levar a melhor.
FRENTE DO PACÍFICO / TOP GUN
O comando reorganizado da Pax Armata elevou a guerra por procuração da Coalizão a novos patamares, lançando assaltos terrestres e fomentando revoltas internas em todo o mundo. Essa estratégia dividiu com sucesso o tempo, os recursos e as forças da OTAN, deixando a Aliança fragilizada.
Aproveitando a atenção dividida da OTAN, a Coalizão lança um ataque surpresa no Leste Asiático. O primeiro passo do grupo é capturar os Recifes de Tsuru, rompendo a rota de suprimentos crucial da OTAN e ganhando acesso ao Pacífico. Com esse objetivo, Pax envia o Grupo Makara para a cadeia de ilhas para desferir ataques de precisão antes de uma presença maior da Pax que não está muito longe.
Embora a Base Aérea de Tsuru receba a notícia da abordagem hostil da Pax pelo leste, vinda de alianças japonesas, a Força Marítima de Autodefesa do Japão logo perde contato, levando as forças da OTAN a evacuar os Recifes de Tsuru em antecipação ao conflito.
O destino do Pacífico está em jogo. Somente quem é forte sobrevive.
Na Fase 2, o USS Grant e o PXS Condor se enfrentam, lutando pelo controle dos Recifes de Tsuru, da Base Aérea de Tsuru, do Porto de Tsuru e das rotas marítimas e de suprimento relacionadas. Usando seu porta-aviões, a Pax também tenta controlar a Ilha Wake.
Em resposta, a OTAN, incluindo os EUA, inicia uma contraofensiva enquanto explora todas as opções para retomar os espaços que a Pax está perigosamente perto de garantir. Os Estados Unidos mobilizam o CSG-19 para retomar o controle do Pacífico. Uma parte importante do esquadrão de ataque do CSG-19 é a elite da Marinha dos EUA, um grupo conhecido como TOP GUN.
O Top Gun dos EUA lidera operações aéreas conjuntas com as forças japonesas e da OTAN. O primeiro objetivo deles é defender o USS Grant contra o porta-aviões da Pax, o PXS Condor, nos Recifes de Tsuru. Em seguida, o Top Gun defenderá a Ilha Wake para proteger sua localização e recursos. O grupo tem sucesso e conquista uma vitória que as forças estadunidenses e da OTAN precisavam desesperadamente.
Nos EUA, Fort Lyndon está vulnerável em meio ao caos após a explosão. Duas semanas antes, o Departamento de Defesa recebeu informações de que a Coalizão estava planejando uma ação na costa oeste dos EUA. Como medida preventiva, o Departamento autorizou a Marinha dos EUA a chamar de volta o USS Grant para o sul da Califórnia, sob o pretexto de realizar treinamentos de guerra de rotina. Esses exercícios de treinamento aconteceram conforme o planejado, mas pouco antes da explosão, uma equipe hostil, que já sabia do evento, invadiu e manipulou as cartas náuticas e os dados de sonar do USS Grant. Como resultado desta manobra, estes agentes mal-intencionados fizeram com que o porta-aviões batesse no litoral de Fort Lyndon.
Enquanto a tripulação do porta-aviões era evacuada e relatava os eventos à Base Aérea de Tsuru, estes agentes mal-intencionados aproveitaram para usar o porta-aviões para seu objetivo: testar tecnologia militar emergente nos muitos grupos que se aglomeram em Fort Lyndon.
É uma guerra pelo controle do equilíbrio de poder na Ásia. O resultado no Pacífico determinará o que virá a seguir, enquanto a Pax continua levando a guerra para o oeste.
WARLORDS: SUPREMACIA / DETONAÇÃO / ALVO PRIORITÁRIO
Após a última derrota da Pax na Alemanha, e com Alexander Kincaid e muitos outros comandantes da Pax mortos, o controle da organização se estilhaça. A Pax Armata está enfraquecida, comprometida e propensa à paranoia, levando seus comandantes em campo a tomar suas próprias decisões enquanto esperam que a estrutura de comando da Pax se reorganize.
A liderança em campo recai sobre agentes especiais da Pax de nível 1, que se tornam “senhores da guerra” de suas próprias campanhas. Embora este não fosse explicitamente o plano da Pax, esse arranjo incidentalmente permite maior flexibilidade na tomada de decisões enquanto dificulta que as forças da OTAN atinjam líderes importantes e enfraqueçam o comando da Pax. Isso, em última análise, torna-se uma era da Pax Armata conhecida como Warlords: Supremacia.
Aproveitando o momento, a OTAN entra em contato com um de seus melhores recursos, a Dagger 1-3. Após completar uma designação especial seguindo a campanha original da Dagger 1-3 contra a Pax Armata, a OTAN os envia na “Ferrovia Golmud”, no Tadjiquistão. Usando conhecimento interno, a Dagger 1-3 está caçando os senhores da guerra rebeldes da Pax, que estão atualmente trabalhando para controlar rodovias e linhas ferroviárias importantes que poderiam estrangular as rotas de suprimento da OTAN.
Enquanto isso, no Egito, forças da OTAN encontram uma cidade fraturada em uma Detonação: remanescentes de um antigo regime estão lutando contra uma resistência impulsionada por uma unidade Pax Armata de Nível 1, Garra de Aço. Agindo com base em inteligência crítica, o Exército Egípcio, reforçado pelas Forças Especiais da OTAN, lança um ataque de alto risco para capturar ou matar remanescentes da liderança de Pax. Mas, enquanto avançam para o Bazar do Cairo, caem direto em uma emboscada meticulosamente planejada: a morte de Pax foi simulada, não concretizada, e sua nova estrutura descentralizada incitou a OTAN a uma luta de rua mortal.
Em Fort Lyndon, o Operador e sua FAR começam a juntar informações de todas as suas investigações até agora. Da instalação de teste clandestina de Fort Lyndon à vigilância avançada na Base Hagental, na Alemanha, o Operador começa a formar a teoria de que VL-7 e NXC são apenas o começo de uma corrida global por armas e energia que está escalando rapidamente.
No entanto, apesar das precauções, a FAR do Operador se torna um alvo prioritário: alguém em Fort Lyndon descobre sua investigação, mas a identidade da oposição permanece oculta. Para se antecipar, atrair e eliminar vários suspeitos, o Operador encarrega sua FAR de recuperar “cargas estratégicas” escondidas em Fort Lyndon por oficiais da base.
Essas táticas funcionam como planejado. Ao repelir a FAR do Operador dessas cargas críticas, alianças locais da Pax inadvertidamente revelam informações sobre o plano final da Pax Armata: atrito por meio da interdição de linhas de suprimento. Em seus esforços para controlar recursos energéticos internacionais e lucrar com equipamentos saqueados, a Pax Armata descobriu as rotas de suprimento da OTAN e planeja tomá-las para sua própria defesa e suporte de vida. Isso vai além da Ferrovia Golmud, e parece que a Pax Armata tem os recursos para assumir o controle dessas rotas por ar e mar também…
MEDIDAS EXTREMAS / ANOITECER / CAÇADA/PRESA
De volta a Fort Lyndon, as forças hostis conseguiram obter a fumaça VL-7; enquanto as combatia, uma força de reação rápida dirigida pelo Operador encontra um laboratório subterrâneo secreto conhecido como Complexo de Testes de Defesa 3. Investigações adicionais revelam que durante a evacuação de Fort Lyndon e Praia Lyndon, militares dos EUA falharam em proteger este local altamente classificado que testava armamentos químicos avançados, incluindo o NXC explosivo e as medidas extremas conhecidas como fumaça VL-7.
O Operador e sua FAR concluem a investigação do complexo, reunindo informações desta missão, de operações anteriores em Fort Lyndon e Praia Lyndon, e evidências encontradas no Brooklyn. Tudo isso leva a uma constatação: as forças da Pax Armata estão prontas para atacar a Base Aérea de Hagental da OTAN, no coração da Baviera.
Sob o manto do anoitecer, o Operador e uma equipe de operações especiais descobrem que um programa chamado Projeto Veles é o plano final da Pax Armata. A Pax Armata conseguiu obter o Projeto Veles durante a invasão da Base Mukhrovani, usando-o para bloquear os satélites da OTAN de monitorar seus movimentos. Desde então, no entanto, as forças da OTAN na Base Aérea de Hagental implantaram o Programa Heimdall para neutralizar os efeitos do Projeto Veles.
Para a Pax, controlar o nó alemão e desativar o Heimdall coloca Veles ao alcance da ativação continental total, concedendo à Pax a capacidade de cegar permanentemente o comando da OTAN na Europa. O Operador envia a informação pela cadeia de comando de que a Pax está se movendo para tomar a base, mas chega tarde demais para alertar a OTAN para proteger Hagental.
A força-tarefa Vetor da Pax Armata avança profundamente no sul da Alemanha com um ataque calculado: tomar o Centro de Operações de Satélite da OTAN, enterrado sob a Base Hagental, e controlar o campo contaminado. O plano é bem-sucedido, mas isso desencadeia a contraofensiva em grande escala da fumaça VL-7 da OTAN.
Isso desencadeia os eventos de Caçada/Presa, conforme se desenrolam na Operação Augur, a OTAN esmaga a Pax Armata com a ajuda dos Strix Raiders. Avançando através do território Contaminado e retomando a Base Hagental, a Pax Armata não pode mais operar despercebida pelas forças da OTAN.
OPERAÇÕES REBELDES / RESISTÊNCIA DA CALIFÓRNIA / OFENSIVA INVERNAL
Após a Campanha de Battlefield 6, a Guerra de 2027 se espalha pelos Estados Unidos enquanto a Pax Armata ataca profundamente em Nova York e Califórnia. O maior conflito ocorre em Fort Lyndon, uma base do exército ativa com capacidades de teste, e na vizinha Praia Lyndon, sua cidade-guarnição de apoio, após o local se tornar uma zona sem lei conhecida como Setor Ocultado (REDSEC).
Nas sombras deste setor, uma liderança emergente - O Operador - está determinada a impedir que os Estados Unidos e a OTAN se rendam ao controle da Pax Armata. Usando sua vasta experiência militar, o Operador começa a enviar ordens táticas à sua força de reação rápida cuidadosamente selecionada, descobrindo evidências de alguém dentro da CIA influenciando a ascensão da Pax ao poder…
Essa investigação mais ampla é deixada de lado por duas Operações Rebeldes mais urgentes: primeiro, a Pax Armata ativa suas células adormecidas nos petrolíferos Campos Blackwell. Potencialmente não relacionado a este incidente, uma explosão bioquímica ocorre em Fort Lyndon, gerando um anel mortal abastecido por NXC. A OTAN envia forças terrestres para os Campos Blackwell enquanto militares dos EUA evacuam civis de Fort Lyndon e Praia Lyndon, deixando uma abertura para o Operador conduzir suas investigações.
Durante esses conflitos, alguns estadunidenses recusaram a evacuação e decidiram proteger suas casas; esse grupo é liderado por uma Resistência da Califórnia que se autodenomina “323”. Inspirada por suas táticas de guerrilha em Eastwood, a OTAN reivindica o grupo 323 como aliado, mas o Operador suspeita que tudo fazia parte dos planos da Pax: incitar o pessoal retardatário radical, fazer com que essas pessoas se reforcem e depois usar o próprio equipamento delas contra elas.
O Operador busca respostas enviando uma equipe de operações especiais para Nova York, onde confirmam as suspeitas sobre o envolvimento da Pax no esquema. Após esta Ofensiva Invernal, uma unidade de elite da Pax conhecida como Panóptico 8 segue informações roubadas até um Brooklyn coberto de neve, onde descobre os planos da OTAN para uma nova e horrível arma, uma fumaça alucinógena classificada como “VL-7”, e o plano da OTAN de implantá-la na Europa.
CAMPANHA
Quando a Geórgia assina um acordo com a Pax Armata, as forças da OTAN se preparam para se retirar da Base Mukhrovani, apenas para serem surpreendidas por uma emboscada da Pax. Após o incidente, apenas Dylan Murphy sobrevive; ele é reatribuído à unidade de elite Dagger 1-3 dos Marine Raiders, ao lado de Haz Carter, Simone “Gecko” Espina e Cliff Lopez. Gerenciado pela Diretora Melissa Mills do SAC da CIA, a Dagger 1-3 rastreia o Comandante da Pax Alexander Kincaid, frustra os planos da Pax em todo o mundo e descobre as figuras sombrias no cerne deste conflito…
Saiba mais sobre a Campanha aqui, e experimente-a em Battlefield 6 para conhecer a história completa da Dagger 1-3 e da Guerra de 2027.